Peraí… pedras que se movem? E que respiram?!

Que a natureza é algo surpreendente ninguém tem dúvida. Deparamos-nos diariamente com diversas coisas que nos provam isso. Desde animais até plantas, somos surpreendidos com novas descobertas. A redação da Fatos Desconhecidos em uma dessas viagens ao mundo das curiosidades encontrou uma coisa bastante diferente. Na Romênia existem os Trovants, nomes dados às pedras que crescem, respiram e até se movem. Acredite ou não, esse fenômeno realmente existe e nós explicamos melhor para vocês.

Essa criação diferente da natureza habita vários lugares do país, principalmente próximo a pequena cidade de Costesti. São formações rochosas estranhas que causam espanto e admiração por suas manifestações extraordinárias há várias décadas. Os moradores do local apelidaram de “Trovants”, que significa “pedras que crescem”, ou também são conhecidas por outros como “pedras vivas”.

Se você ver uma a olho nu e rapidamente, é quase impossível diferi-la das demais rochas no local em que se encontram, mas elas são diferentes. Os cientistas estudiosos sobre o assunto abriram algumas delas e lá encontraram um tipo de anel semelhante aos das árvores, sendo então considerado um tipo de vida inorgânica.

Estudos

Pesquisas afirmam que os Trovants começaram a se formar há 6 milhões de anos e provavelmente foi graças a uma extraordinária atividade sísmica. Elas podem medir de poucos centímetros até ultrapassarem 10 metros de altura. Sua singularidade reside no fato de que elas se “reproduzem”. Por causa da água, a camada externa da rocha fica molhada e penetra o seu interior rico em sais minerais. Esses sais ficam úmidos, se expandem e exercem pressão sofre uma superfície que começa a se estender, dando a sensação de que a mesma está crescendo.

Essas rochas também se movem, avançando em alguns casos até 2,5 mm por semana. Os especialistas afirmam que esse fenômeno acontece pois as protuberâncias variam, inclinam-se de um lado ou outro e isso é o que causa esse deslocamento. Existem também alguns pesquisadores que afirmam que essas pedras respiram em uma escala praticamente imperceptível, podendo ser percebidas por equipamentos de alta sensibilidade.

Gabriel

Analista de sistemas que gasta todo o seu tempo disponível em blogs, por ser o que realmente ama. Estarei sempre trazendo as novidades do mundo e disponibilizando na web para todos os usuários assíduos do Samurai.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *