Antigas tecnologias incríveis que não podemos mais utilizar

Temos o costume de acreditar que as pessoas do passado apenas sobreviviam. Que não tinham muito conhecimento acerca da vida e das coisas, e que a falta de diversas tecnologias as impediam de levar uma vida digna. No entanto, não era bem assim. Primeiro, porque quando algo ainda não existe, não faz muita diferença na vida de alguém. Segundo, porque eles tinham sim suas tecnologias e algumas delas eram realmente geniais.

O grande porém é que por mais que sejam incríveis, com o passar do tempo muitas acabaram se perdendo. Seja porque seus inventores guardaram absoluto segredo sobre a composição do material, ou apenas porque alguém ainda não conseguiu reproduzir com perfeição.

O cimento de Roma

Roma Antiga foi a dona de uma arquitetura visionária. Ainda é possível ver as ruínas e construções que permanecem praticamente inteiras. Mas o que realmente andava intrigando muitos pesquisadores, eram na verdade as construções sobre as águas. Mesmo depois de milhares de anos, portos e pontes continuam ali, firmes, mesmo sofrendo com o impacto das águas. Normalmente, elas já deveriam ter caído há muito tempo. Qual seria o segredo então?

Embora naquele tempo as pessoas não dispusessem de tecnologias de mapeamento como temos hoje, ou não tivessem nem metade do que temos em mãos, faziam suas pesquisas antes de desenvolver algo. Recentemente, cientistas descobriram que o cimento utilizado pelos romanos era composto por cinzas vulcânicas, cal e a própria água do mar. Dessa forma, ao longo dos anos enquanto a água vai batendo na estrutura, novos minerais são formados, fazendo com que na verdade, ele seja reforçada.

Aço de Damasco

O aço de Damasco era o material utilizado na produção dos melhores equipamentos para batalha já conhecidos, a exemplo das espadas. Era algo realmente lendário, utilizado por guerreiros do passado, inclusive, aqueles que participaram das cruzadas europeias, em cerca de 11 anos depois de Cristo. Tais espadas eram capazes de dividir penas enquanto pairavam pelo ar, ao mesmo tempo que mantinham vantagens em uma batalha. As lâminas eram extremamente afiadas… Algo nunca visto anteriormente, e nem mesmo nos dias de hoje.

Os ferreiros responsáveis pela fabricação das espadas e escudos que utilizavam as tecnologias do aço, sempre procuravam manter muito sigilo sobre os métodos usados. Dessa forma, à medida que as armas de fogo foram surgindo e as espadas deixadas de lado… Esses segredos acabaram se perdendo junto ao tempo, fazendo com que não consigamos reproduzir o material.

Fogo grego

O termo faz referência a uma mistura que os gregos bizantinos usavam no século 7 depois de Cristo. O fogo grego em si, foi inventado em meio ao reinado de Constantino IV Pogonatus, por um refugiado judeu. Sabe-se muito pouco sobre a composição dele, no entanto, uma das únicas certezas é que ele é feito à base de petróleo. É um tipo de fogo tão poderoso que não se apaga nem mesmo quando entra em contato com água.

Dessa forma, os bizantinos poderiam facilmente incendiar embarcações inteiras de inimigos. Isso fez com que pudessem ficar no poder durante tanto tempo. O único porém, é que sempre mantiveram a composição exata do fogo sobre muito segredo. Ao longo do tempo e com o o fim do Império Bizantino, acabou se perdendo.

Pilar de Ferro de Déli

Na cidade de Déli, na Índia, há uma construção feita de ferro, há mais de 16 séculos atrás. O que atrai muitos turistas é que além de ser uma estrutura histórica, também não consta nenhum tipo de oxidação, o que é realmente muito estranho. Digamos que a tecnologia pode até ser reproduzida hoje em dia, mas não com toda a complexidade e exatidão do material feito séculos atrás.

Gabriel

Analista de sistemas que gasta todo o seu tempo disponível em blogs, por ser o que realmente ama. Estarei sempre trazendo as novidades do mundo e disponibilizando na web para todos os usuários assíduos do Samurai.

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