8 formas brutais de sacrifício já utilizadas em rituais

Os níveis da crueldade humana conseguem superar qualquer outro. Apesar da selvageria animal estar presente em todas as outras espécies a crueldade é uma característica unicamente do ser humano. Essa foi uma afirmação feita pelo escritor português José Saramago. De acordo com o seu relato, e se você parar bem para analisar, as pessoas são as únicas a matar por prazer. Outros animais podem fazer o mesmo por diversos outros motivos, territorialidade ou sobrevivência, mas não por crueldade.

A história da humanidade está recheada de casos absurdos, nos quais pessoas matam outras de formas horrendas. Sacrifícios humanos já foram feitos em todo o mundo de maneiras absurdas e inimagináveis. Pode-se dizer que atos desumanos já foram mais proferidos e executados por nós do que atos realmente humanos. Você já deve ter se perguntado em algum momento se as pessoas são realmente boas. Se esse questionamento já passou pela sua cabeça, essas formas de sacrifício humanos feitos em rituais irão te aterrorizar ainda mais. É melhor preparar o estômago.

Decapitação

Assim como hoje, antigamente eram feitas grandes festas anuais. Porém, consideravelmente mais mórbidas do que as que dispomos atualmente. Dahomeyera um reino antigo localizado dentro do atual território da África Ocidental, lá existia uma cerimônia chamada Xwetanu. Durante algumas trocas de presentes deitas entre líderes locais alguns sacrifícios humanos eram feitos como distração. Muitos escravos, prisioneiros de guerra e criminosos eram decapitados em homenagem a reis falecidos de Dahomey.

Enforcamento

A Índia foi cercada por um grupo de fanáticos religiosos que matavam pessoas em homenagem a deusa Hindu Kali. Eles eram chamados de thuggees e viajaram pelo país durante centenas de anos. Para fazer os seus rituais de forma discreta eles se união a grupos de viajantes até que conseguissem a sua confiança. Depois disso eles os estrangulavam com um lenço ou um laço durante a noite. Os seus corpos eram recolhidos e enterrados em seguida.

Enterrado vivo

Se você já ouviu um pouco mais sobre os antigos egípcios e as suas pirâmides já deve saber que os servos dos faraós eram enterrados junto com eles. Eles acreditavam na vida após a morte e, dessa forma, os líderes precisariam de seus ajudantes mesmo depois de entrar para o outro lado. Alguns relatos mostram que para que isso fosse possível eles se drogavam antes e depois eram enterrados para morrer.

Estrangulamento

Existia uma crença em Fiji, na Oceania, que dizia que um homem morto deveria ser enterrado juntamente com suas esposas. Até aí tudo bem, o problema é que essa ideia era levada extremamente a serio. Assim que o marido de uma mulher era morto ela seria sacrificada para que seu corpo pudesse ficar junto ao dele. Para isso, o seu próprio irmão a estrangulava até a morte. Quando os grandes chefes morriam todas as suas esposas, Watina Lalai, eram asfixiadas.

Asas de anjo/Águia de sangue

Fãs da série Hannibal com certeza irão se lembrar de uma cena parecida com essa, mas feita com a pele. O método consistia em cortar as costas da vítima até que a sua coluna vertebral ficasse exposta. Depois disso suas costelas seriam quebradas para trás, de forma que ficassem para fora do corpo. Se assimilando com um par de asas. Para finalizar a sua morte sal era colocado em seus pulmões para que ele se sufocasse. Isso era feito pelos antigos guerreiros nórdicos. Eles transitavam entra a brutalidade e a poética.

Fogueira humana

O imperador romano Nero mantinha uma forma específica de sacrifício humano. Seu método favorito consistia em amarrar a pessoa a uma estaca. Nela seria colocado um material inflável e ele então queimaria até a morte. O motivo para fazê-lo era um pouco diferente e mais perverso do que os outros casos da história. As pessoas queimadas eram colocadas alinhadas umas com as outras para servir de iluminação nas festas feitas por Nero.

Esfolamento

Relatos de pessoas esfoladas existem desde 911 a.C. Sua maior aparição foi durante a Europa Medieval e, apesar de se diferenciarem de acordo com o local, o principio permanecia o mesmo. Todas elas consistiam em arrancar a pele da vítima vagarosamente, até que ela viesse a óbito. A morte da pessoa vinha ocasionalmente devido a perda de sangue. Na pior das hipóteses ele ficaria em estado de agonia durante alguns dias.

Escafismo

Essa pode ser uma das formas mais estranhas e cruéis de se matar alguém. Geralmente sua prática era feita nos anos 500 a.C pelos antigos persas. Depois que era condenado a morte por escafismo a pessoa era amarrada a um barco ou uma arvore. Ela seria alimentada por leite e mel, o que não a deixaria morrer de fome, e os mesmos seriam jogados sobre seus corpos. Com o tempo eles começavam a ter fortes diarreias e, juntamente com o alimento jogado sobre eles, isso atraia diversos insetos, vermes e parasitas. Eles se acoplavam em seus corpos criando buracos ou entrando pelos ouvidos e nariz. Eles morriam devido várias infecções e podiam chegar a durar 17 dias.

Gabriel

Analista de sistemas que gasta todo o seu tempo disponível em blogs, por ser o que realmente ama. Estarei sempre trazendo as novidades do mundo e disponibilizando na web para todos os usuários assíduos do Samurai.

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