Este homem matou 13 pessoas para tentar evitar um desastre natural

Hebert Mullin morava na Califórnia em 1972, e ele achava que um grande terremoto aconteceria perto da sua casa. Mas para evitar isso, ele tinha uma solução terrível. Ele era esquizofrênico e as vozes de sua cabeça o avisaram sobre o terremoto. Hebert achava que ele podia impedi-lo se matasse várias pessoas.

No fim de 1972 e começo de 1973, ele assassinou 13 pessoas deixando sua região em pânico e deixando sua reputação como o assassino do terremoto.

Vida

Hebert nasceu em 18 de abril de 1947 em Salinas, na Califórnia. Em sua formatura do ensino médio, ele foi nomeado como a pessoa com maior probabilidade de ter sucesso. Mas depois do seu ensino médio, seu melhor amigo foi morto, o que segundo alguns especialistas pode ter desencadeado a esquizofrenia do homem.

Aos 19 anos ele experimentou LSD e cannabis pela primeira vez, e rapidamente se tornou um usuário virtual. O uso de drogas, supostamente, piorou os sintomas da doença e quando ele tinha 21 anos, a família notou os sinais de esquizofrenia. Ele tentou se tratar, mas saiu do hospital depois de seis semanas.

Ele passou por vários hospitais e quando seu prognóstico passou de fraco para ruim, ele começou a dizer aos seus colegas que estava ouvindo vozes.

Terremoto

O aniversário de Hebert era no mesmo dia que o terremoto de São Francisco aconteceu em 1906. E sua esquizofrenia piorou quando ele começou a ter pensamentos bizarros relacionados a esse dia. Em 1972, um matemático previu que em 4 de janeiro de 1973, um terremoto devastador iria para Califórnia. Então as vozes de Mullin ligaram seu aniversário aos terremotos e o sacrifício humano era o jeito de evitá-lo.

Hebert explicou que: “Nós, seres humanos, através da história do mundo, protegemos nossos continentes de terremotos cataclísmicos por assassinato. Em outras palavras, um pequeno desastre natural evita um grande desastre natural”.

Assassinatos

Em 13 de outubro de 1972, Hebert começou sua matança matando um homem que passava chamado Lawrence White. Hebert disse mais tarde que ele acreditava que White era Jonas da Bíblia, e disse que Jonas havia telepaticamente pedido a Hebert para matá-lo para que os outros fossem salvos.

Sua segunda foi no dia 24 de outubro, o terceiro em 2 de novembro e em 25 de janeiro de 1973, ele matou cinco pessoas em um dia. Nenhum terremoto tinha chegado, o que o deu mais segurança que eram seus crimes que estavam evitando. E no dia 6 de fevereiro ele foi a um acampamento e matou quatro adolescentes de uma vez.

Tribunal

Ele foi preso depois do seu 13º e último assassinato no dia 13 de fevereiro, depois de atirar e matar um homem em seu jardim em plena luz do dia. O vizinho do homem anotou a placa de Hebert e chamou a polícia.

Ele foi julgado por 10 dos 13 assassinatos e se declarou culpado de todos os 10. No julgamento, Hebert falou das vozes que ouvia e lhe diziam para matar. Ele foi condenado à prisão perpétua e permanece na Prisão Estadual de Mule Creek.

Conheça a cidade que dá cerveja e sorvete de graça para quem usa bicicletas e transporte público

Já imaginou andar de ônibus ou de bicicleta, contribuir para o bem do planeta e ainda ganhar brindes por isso? Bom, pois saiba que isso é possível em Bolonha, uma cidade da Itália. A iniciativa é uma forma de diminuir a emissão de CO2, um dos principais poluentes produzidos pelo homem e também, o maior causador do aquecimento global.

A iniciativa premia aqueles que andam de bicicleta ou que usam o transporte público local. A presença massiva dos carros é uma das fontes de CO2 e por isso, estão tentando estimular os meios de transportes alternativos e não poluentes.

Sistema de recompensa

O sistema de recompensas acontece por meio de um aplicativo, aonde os moradores registram suas viagens. Podem ser registradas até 4 trajetos por vez. O app premia aqueles que são assíduos, não em sua quilometragem. Para aqueles que pensam que é fácil burlar o sistema, estão muito enganados. O app consegue rastrear a velocidade e o tempo da viagem, para saber se o trajeto realmente cumpre as exigências do sistema de recompensas.

Não apenas sorvetes e cervejas são dados como recompensa, mas também ingressos para o cinema e outros produtos locais. Para que o app funcionasse foi preciso que todos se engajassem, tanto a população, quanto os comerciantes que ofereciam os brindes.

O aplicativo funciona apenas durante seis meses do ano. Ao fim de cada viagem, ele avisa ao usuário quanto CO2 não foi emitido graças à utilização do meio de transporte mais limpo.

Resultados do aplicativo

A ideia fez muito sucesso na cidade e literalmente movimentou o cenário ciclístico. No último ano, em 2017, foram registrados 3,7 milhões de quilômetros rodados. Cerca de 16 mil cupons foram trocados nesse período. São necessárias cerca de oito viagens para conseguir o cupom de um sorvete.

Além de ser uma ótima iniciativa para o meio ambiente e para reter o aquecimento global. Essa também é uma forma de melhorar a saúde da população, que pratica mais atividades físicas, o que consequentemente influencia em uma vida saudável.

Você sabia que ter dificuldade em levantar da cama pode ser sinal de doença?

O mundo inteiro deve ter certa dificuldade de levantar da cama quando o relógio desperta pela manhã.  É lógico que estou generalizando, até porque conheço pessoas que acordam todos os dias – até nos domingos, sem exceção – às 6 horas da manhã. Digamos que quase todo mundo apela para a opção soneca no despertador ou para a famosa frase “só mais cinco minutinhos”. Mas vamos combinar que aquele clima agradável, o soninho que ainda paira por ali e os cobertores quentinhos não ajudam na hora de se livrar da cama para começar um novo dia.

Apesar de ter certeza que muita gente vai associar esse hábito à preguiça, pode ser que, na verdade, seja algo bem mais grave do que isso. Esse hábito, na verdade, pode ser um transtorno chamado Dysania. O termo é usado para descrever a incapacidade crônica de uma pessoa se levantar da cama. Muito difícil de identificar, ela tem implicações muito mais sérias do que o simples fato de estar se passando por uma crise de “preguicite” aguda.

A Dysania

Também chamada de clinomania, a condição não é reconhecida oficialmente, apesar de ser considerada muito real por quem passa por ela. Ela, na maioria dos casos relatados, aparece acompanhada de outros transtornos mentais, como a depressão e a ansiedade.

As pessoas que sofrem dessa síndrome não são preguiçosas ou querem viver apenas na cama, acontece que elas têm uma atração muito forte pela cama e em ficar deitado. Como se aquilo fosse realmente um vício. Muitas vezes esse transtorno também vem associado com outras doenças do sono. Ele também normalmente é encontrado em pessoas que possuem transtorno de fadiga crônica.

Como saber se tem e como tratar

Se o desejo de estar deitado e sempre prolongar a soneca é tão comum, como fazer para saber se você possui a doença? Simplesmente pelo fato de o transtorno afetar a rotina da pessoa profundamente. O desejo de ficar na cama é tão forte para essas pessoas, que elas podem chegar a passar dias seguidos nela, faltando compromissos sério como o trabalho. E quando elas se levantam para seguir suas vidas normalmente, veem muita dificuldade de realizar essa tarefa. Pense em três palavras que você pode associar com “manhãs”. Se foram palavras como depressão, estresse e sentimento de ser esmagado, provavelmente você pode possuir a doença.

Se você acha que possui Dysania, você precisa procurar um médico imediatamente. Além de conselhos de como lidar com isso, pode ser que você precise tomar medicação.

7 “tesouros” naturais que podem valer uma fortuna

Encontrar tesouros por aí, ainda mais eles valendo alguns milhões, não é algo que acontece todos os dias. Certo? Sem falar em como podemos interferir em todo um ecossistema apenas para conseguir alguns milhares de trocados que torne o resto de nossas vidas mais confortável e até mesmo luxuoso. Entretanto, lá fora, no mundo, parece ter algumas pessoas que não se preocupam exatamente com isso. E dessa forma, o mercado ilegal de certos “produtos” tem crescido.

Atum-rabilho

Em 2013, Kiyoshi Kimura, dono de um restaurante japonês comprou um exemplar da espécie pesando 222 quilos por cerca de 155,4 milhões de ienes (cerca de 1,8 milhão de dólares na época). Em 2017, o mesmo comprador, pagou 74,2 milhões de ienes (650 mil dólares) por um outro com cerca de 212 quilos. Este peixe é muito consumido pelos japoneses.

Mas só depois que os Estados Unidos, em meados da década de 1970, passou a ter interesse pelo peixe é que o Japão despertou todo o seu amor pelo atum-rabilho. Hoje em dia, o atum-rabilho não é tão fácil de ser pescado, uma vez que cerca 97% da espécie já desapareceu dos oceanos.

Enguias

Após uma devastação das “fazendas” de enguias no Japão por causa de um Tsunami em 2012, o preço das enguias pulou para cerca de 2600 dólares por libra-peso. Um casal teria ganhado cerca de 300 mil dólares em vendas do produto naquele ano. A partir de 2017, o valor por libra ficou em 1300 dólares.

As enguias valem muito no mercado negro. No Reino Unido, por exemplo, é possível fazer a compra por cerca de 96 dólares por libra, com certos limites para a compra. As vendas ilícitas para a Ásia podem render cerca de 2500 dólares por libra, desde que os peixes estejam vivos.

Abalones

O abalone é uma espécie de caracol marinho e uma dos produtos marinhos que mais geram lucro no mundo. Principalmente, no mercado das importações ilegais. A mercadoria é tão valiosa que organizações criminosas trocam o produto por drogas de alto valor, como a metanfetamina. Nos EUA, a pesca do abalone é extremamente controlada.

O abalone vermelho da América do Norte é o mais valioso de todos. Estima-se que cerca de 250 mil unidades sejam capturados apenas na Califórnia todos os anos, podendo gerar uma renda de cerca de 25 milhões de dólares no mercado negro.

Trufa branca

Uma trufa branca de 4,5 quilos foi vendida por 61,2 mil dólares em 2016. Essa, aparentemente, era a maior do mundo. Mas, não necessariamente a mais cara. O preço das trufas pode variar conforme a estação e a colheita. Em 2007, uma trufa de cerca de 1,5 kg foi arrematada por 330 mil dólares. E devido aos preços altos, elas têm um lugar muito cobiçado no mercado ilegal.

Âmbar Cinza

O Âmbar Cinza é uma substância excretada pelas baleias. O cheiro não é dos melhores. Entretanto, a substância é muito procurada por fabricantes de fragrâncias devido a suas propriedades fixadoras. Apesar de estar sendo gradualmente substituído por um material sintético, o âmbar cinza ainda é muito procurado, o que tem feito com que seu preço se eleve cada vez mais.

Em 2015, um pedaço de secreção de baleia, conhecido como âmbar cinza, foi encontrado no País de Gales e vendido por cerca de 16,5 mil dólares. Um casal na Inglaterra conseguiu vender um outro pedaço do material por cerca de 70 mil dólares, em 2016. Um músico recentemente, que caminhava por uma praia no sudoeste da Inglaterra, encontrou uma peça que foi avaliada em cerca de 280 mil dólares.

Meteoritos

Para alguns um verdadeiro espanto, para outros, um negócio ultra lucrativo, no qual eles dedicam sua vida. Michael Farmer é um caçador de meteoritos, que viaja o mundo atrás das rochas espaciais. Uma vez, Farmer vendeu um meteorito de cerca de 54 kg por 600 mil dólares. E, assim como a grande maioria dos itens nessa lista, o mercado negro também está de olho nesse “produto”.

Em 2011, Michael foi sequestrado e quase morto por ladrões quenianos. Ele também passou uma temporada preso em Omã, depois de ser acusado de mineração ilegal. Não é difícil entender porque esse item é tão valioso, afinal, alguns deles podem ser mais antigos do que a Terra.

Diamantes

Um visitante no Parque Estadual Crater of Diamonds, no Arkansas, EUA, que é um local onde os visitantes são encorajados a procurar diamantes, em 2015, encontrou um diamante de 8,52 quilates. A pedra preciosa foi vendida por cerca de 1 milhão de dólares. Em Serra Leoa, em 2017, um homem encontrou um diamante de 706 quilates e que foi vendido por 6,5 milhões em um leilão. Entretanto, como o homem não tinha sua licença de mineração em vigor, apenas 40% dos lucros foi obtido por ele.

Você já ouviu falar da ameba “comedora de cérebros”? Ela pode ser encontrada em lagos e piscinas sujas

Uma rara doença tem assustado as pessoas ao redor do mundo. De nome difícil e alta letalidade, a meningoencefalite amebiana primária pode matar em cerca de 97% dos casos. A ameba causadora da doença vive em ambientes úmidos, solos encharcados e fontes de água fresca, doce e morna, como os rios e lagoas.

Piscinas com tratamento inadequado ou em águas de torneiras aquecidas, em casos de menor incidência, o protozoário, cujo nome científico é Naegleria Fowleri, também pode ser encontrado. A infecção acontece quando a água contaminada entra no corpo através do nariz.

Ameba comedora de cérebros

Somente no mês passado, um surfista morreu nos Estados Unidos, após nadar em uma piscina de ondas. Uma criança de oito anos morreu na Argentina após ser contaminado depois de nadar em uma lagoa. E no início de 2018, uma menina de dez anos conseguiu, quase que milagrosamente, sobreviver à infecção causada pelo protozoário depois de contraí-lo em uma piscina na Espanha.

Segundo os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), apesar da presença dessa ameba ser muito comum nos ambientes citados acima, as infecções ainda são casos isolados e até raros. Ainda há poucos dados a respeito da incidência da meningoencefalite amebiana primária no material liquido e a ligação com o contágio em humanos.

Ao entrar pelo nariz, a ameba chega ao nosso cérebro, atacando o tecido cerebral. Por isso, ela recebeu o apelido de “ameba comedora de cérebros”. Esses protozoários se alimentam de bactérias encontradas em sedimentos de regiões inundadas. No verão, os números de casos de contágio podem aumentar, uma vez que as temperaturas mais elevadas favorecem seu desenvolvimento.

Os sintomas, como dores de cabeça, febre e náuseas, muito se parecem com os que ocorrem nos casos de meningite bacteriana. Perda do equilíbrio e convulsões podem surgir conforme a piora dos sintomas. Segundo o CDC, a contaminação pela ingestão da água contaminada pela boca ou transmissão por outras pessoas estão descartadas.

Entre 1962 e 2017, nos EUA, de acordo com informações do CDC, cerca de 143 pessoas foram infectadas com o protozoário. Dessas pessoas, apenas 4 sobreviveram. “Houve 34 registros de infecções nos Estados Unidos nos 10 anos entre 2008 e 2017, apesar das milhões de exposições à água em atividades recreacionais a cada ano. Como comparação, nos 10 anos entre 2001 e 2010, houve mais de 34 mil mortes por afogamento no país”, informa o site do CDC.

O Brasil e os cuidados

Aqui no Brasil, na década de 1980, segundo o que apontam alguns estudos, foram registrados cinco casos da infecção. No entanto, eles não puderam atestar se elas foram em decorrência da Naegleria Fowleri, segundo Danilo Ciccone Miguel, parasitologista, pesquisador e professor do Instituto de Biologia Unicamp.

Somente uma das pessoas que foram contaminadas no Brasil passou por análises mais detalhadas. “O caso descrito e confirmado por métodos imunológicos para detectar a presença da ameba em cortes de cérebro foi de um paciente no Rio de Janeiro e foi realizado post-mortem. Não há artigo para este relato, apenas uma descrição do caso foi publicada em uma conferência no Colorado, Estados Unidos, em 1983”, disse Miguel para a BBC News Brasil.

“A demora no diagnóstico aliada à rápida evolução da doença tornam a confirmação da etiologia (o estudo das causas) bastante complicada. Logo, acredita-se na subnotificação de casos não só no Brasil, como no mundo todo”, completou o professor.

Amebas que podem causar outros tipos de doenças como ceratite, encefalite e infecções de pele, já foram encontradas em lagos artificias e piscinas em amostras coletadas no Rio de janeiro e Porto Alegre. “Contudo, sem dúvida, a espécie Entamoeba histolytica é a mais comum no Brasil e no mundo. É responsável por causar amebíase intestinal e extra-intestinal no homem”, explica o pesquisador. A amebíase também pode possui carácter letal.

O tratamento da doença é feito através de uma medicação antiparasitária chamada miltefosina. A garotinha espanhola que se salvou da doença utilizou esse medicamento e, aparentemente, outras duas pessoas também se salvaram pelo seu uso. Antibióticos, até onde se sabe, não surtem o menor efeito para este tipo de infecção.

Para se evitar a contaminação pelo protozoário, recomenda-se, ao nadar em águas suspeitas, que se cubra o nariz com as mãos, ou com algum objeto que possa obstruir a passagem da água pelo nariz. Como os protetores de nariz usados por atletas de nado sincronizado.

Coisas que podem você do WhatsApp

Um dos meios de comunicação mais usados pelos brasileiros é o famoso WhatsApp. O aplicativo multiplataforma de mensagens instantâneas e chamadas de voz para smartphones, além de mensagens de texto, torna possível enviar vídeos, documentos e até fazer ligações grátis (caso esteja conectado com a internet). Mas assim como qualquer outra coisa nesse mundo, existem regras para usar o aplicativo.

Se vocês não sabem, é possível que uma pessoa seja banida do WhatsApp. Existe uma série de regras que, se forem descumpridas, podem ter como resultado o banimento da pessoa do aplicativo. Mas afinal, quais são os motivos que podem banir uma pessoa do WhatsApp? A gente responde pra vocês nessa matéria.

O que pode fazer você se banido no WhatsApp?

Claramente, o que pode fazer o WhatsApp te punir é o desrespeito aos termos de uso. Isso pode fazer com que você fique bloqueado temporariamente, entre 24 a 120 horas. Os comportamentos que podem fazer com que isso aconteça são: “criar grupos com desconhecidos, enviar spam, mandar mensagens para desconhecidos, ser bloqueado por muitas pessoas e o uso de aplicativos não oficiais. Lembrando que esse comportamentos não vão fazer você se banido, mas irão te punir temporariamente.

Já algumas violações mais graves, consequentemente, têm punições mais severas, como o bloqueio definitivo da sua conta. O que pode fazer com que você seja “expulso” do aplicativo está o envio de anúncios ou solicitações comerciais, postagem de conteúdos ilegais ou criminoso, o uso de sistemas automatizados para enviar mensagens e a reincidência em comportamentos proibidos após suspensão.

Se isso um dia ocorrer, caro leitor, você vai receber uma mensagem dizendo algo do tipo: “Seu número não é mais permitido em nosso serviço”.

Depois disso, ainda é possível entrar em contato com o suporte do Whatsapp para afirmar que foi punido indevidamente. Já caso você queira contestar suspensões temporárias ou mesmo bloqueios definitivos, existe o e-mail support@whatsapp.com, para onde você pode mandar uma mensagem.

O que acontece quando misturamos medicamentos com álcool

É muito comum ver pessoas buscando em fóruns a respeito de bebidas alcoólicas e algum tipo de remédio. A dúvida em misturar essas duas coisas é recorrente. Esses questionamentos se dão por causa da crença que temos e que é passada de geração em geração. Provavelmente, você já ouviu algum familiar te alertando sobre os riscos de misturar o álcool com o remédio. Isso será verdade? Bem, em muitos casos, o álcool não interfere de forma negativa na ação dos remédios no organismo. No entanto, não devemos abusar da bebida durante o período de tratamento utilizando qualquer medicamento.

Duas latas de cerveja, por exemplo, não são capazes de cortar o efeito de um analgésico no nosso organismo. Como afirmamos antes, não podemos exagerar e essa é uma coisa difícil de evitar quando começamos a beber, né!? Fazer isso é pedir para comprometer de forma intensa os efeitos de um antibiótico, por exemplo. De acordo com o infectologista Renato Grinbaum: “Como o álcool tem efeito diurético, o corpo elimina o medicamento pela urina, impedindo que permaneça no sangue num nível de concentração elevado o suficiente para matar a bactéria causadora da doença”.

Quando misturamos remédio e álcool, o nosso organismo fica sobrecarregado. Isso acontece porque ele precisará metabolizar os remédios e as bebidas. Ainda segundo Grinbaum: “Alguns princípios ativos dos medicamentos são metabolizados por enzimas produzidas pelo fígado, que também têm a função de processar o etanol”. Existem alguns medicamentos, ainda que não podem ser misturados com o álcool, como o metronidazol e o tinizadol, que servem para combater infecções ginecológicas e gástricas. Segundo especialistas, a interação entre essas substâncias pode provocar dor de cabeça, queda da pressão e até mesmo desmaios.

O perigo verdadeiro está na mistura de álcool com medicamentos utilizados no tratamento de problemas neurológicos e psiquiátricos. Isso porque o álcool tem um efeito depressivo que afeta muito o nosso sistema nervoso central. Pode ainda potencializar a ação de algumas substâncias, elevando assim o risco da perda da coordenação motora e mental. Veja a seguir algumas explicações específicas segundo profissionais da área da saúde.

Anticoncepcionais

Não tem problema misturar esse medicamento com a bebida alcoólica. O maior problema é se a mulher beber exageradamente e esquecer-se de tomar o remédio na hora correta.

Analgésicos e anti-inflamatórios

A bebida alcoólica não afeta diretamente o efeito do remédio se for em pouca quantidade. No entanto, a mistura dos dois pode resultar em irritações e desconforto no estômago.

Antidepressivos

Esses remédios são usados para tratar depressão e alguns outros transtornos. Misturar o álcool com algum deles não é uma boa ideia, pois a bebida em si pode causar efeitos contrários à felicidade e mexer diretamente com os nossos sentimentos.

Antibióticos

Um ou dois copos de cerveja não fazem mal junto de antibióticos, mas nada além disso. Quando bebemos em excesso durante um tratamento com os medicamentos, podemos acabar cortando totalmente o efeito dos mesmos.

Desparecimento misterioso de insetos pelo mundo preocupa cientistas

Muitos estudos já concluíram que o mundo dos insetos está em “crise” em todo o planeta. Um novo relatório sugere que o problema é mais difundido do que se imagina. Um grande número de insetos desapareceu em uma floresta em Porto Rico, assim como os animais que comem tais insetos.

No ano de 2014 uma equipe de biólogos estimou que, nos últimos 35 anos, o número de invertebrados, como besouros e abelhas, diminuiu em 45%. Em locais onde dados de insetos de longo prazo estão disponíveis, principalmente na Europa, o número de insetos está em queda.

Já um estudo feito em 2017 mostrou uma diminuição de 76% em insetos voadores nas últimas décadas em reservas naturais da Alemanha. O último relatório, publicado no Proceedings of National Academy of Sciences, mostra que esta surpreendente perda de abundância de insetos se estende às Américas.

O misterioso desaparecimento de insetos ao redor do mundo

Os autores do estudo implicam a mudança climática na perda de invertebrados tropicais. “Este estudo é um verdadeiro alerta – um toque de clarim – de que o fenômeno poderia ser muito, muito maior e atravessar muitos outros ecossistemas”, disse David Wagner, especialista em conservação de invertebrados da Universidade de Connecticut (ele não está envolvido no estudo).

Bradford Lister, biólogo do Rensselaer Polytechnic Institute em Nova York, estuda insetos da floresta tropical de Porto Rico desde os anos 1970. Antigamente a floresta era repleta de pássaros, borboletas, sapos e lagartos. Depois de voltar na mesma floresta 40 anos depois, ele não gostou do que viu. Lister disse que tudo era abundante na floresta e agora tudo parece ter desaparecido.

Junto com seu colega Andrés García, ecologista da Universidade Nacional Autônoma do México, eles foram medir os insetos da floresta e invertebrados. Os pesquisadores colocaram placas com uma cola pegajosa no chão para prender os animais e usaram outras técnicas parecidas.

Cada uma das técnicas revelou que a biomassa (o peso seco de todos os invertebrados capturados) diminuiu significativamente de 1976 até os dias atuais. A varredura da biomassa da amostra diminuiu para um quarto ou oitavo do que era. Entre janeiro de 1977 e janeiro de 2013, a taxa de captura nas armadilhas terrestres pegajosas caiu 60 vezes.

O fato é que tanto os insetos, quanto as rãs, pássaros e lagartos (que comem os insetos) estão desaparecendo. Já uma certa espécie de pomba, que se alimenta de frutas e sementes, não teve mudança populacional. Um pássaro verde brilhante chamado de porto-riquenho , que come insetos quase que exclusivamente, diminuiu 90%.

Lister e Garcia atribuem essa falha ao clima. No mesmo período de 40 anos que o choque de artrópodes, a temperatura média alta na floresta tropical aumentou em 2,2 graus Celsius.

O que está causando a diminuição dos insetos?

Uma análise recente de mudanças climáticas e insetos prevê uma diminuição nas populações de insetos tropicais. Em regiões temperadas mais distantes do equador (onde os insetos podem sobreviver a temperaturas mais amplas), as pragas agrícolas devoram os alimentos à medida que seu metabolismo aumenta. Porém, depois de um certo limite térmico, os insetos não colocam mais ovos.

Já outro estudo, feito em 2017 de insetos voadores desaparecidos na Alemanha, sugere outros possíveis culpados, incluindo pesticidas e perda de habitat. Artrópodes em todo o mundo também precisam lidar com patógenos e espécies invasoras. Outra possível causa pode ser a seca e a falta de chuva.

Lister diz que desde 1969 o uso de pesticidas caiu mais de 80% em Porto Rico. Ele não sabe o que mais poderia ser culpado a não ser as mudanças climáticas. Seja lá qual for a causa pela qual esses insetos estão desaparecendo, o fato é que precisamos ficar em alerta. Só para vocês terem uma ideia, 35% das plantas do mundo requerem polinização por abelhas, vespas e outros animais. E os artrópodes fazem isso muito bem.

7 fenômenos inexplicáveis que ocorreram nesta década

Inúmeros fenômenos naturais acontecem a todo instante. A maior parte deles é meticulosamente estudado por especialistas e possui uma série de explicações e motivações. Tudo cientificamente comprovado e averiguado. No entanto, existe uma classe de fenômenos inexplicados que permanecem um verdadeiro mistério. Alguns dos fenômenos não ofereceram material suficiente para serem estudados e compreendidos, enquanto que outros realmente não são explicados por puro desconhecimento do que acarretou aquilo.

Marinheiros do vento

Esses pequenos organismos de cor azul têm aparecido na costa de estados da América do Norte. Eles são tão numeroso que há regiões que acreditam que eles cheguem a contagem de bilhões. Até agora ninguém conseguiu explicar o fenômeno.

Toneladas de peixes mortos

Na véspera de Ano Novo de 2012, toneladas de peixes apareceram mortos na costa da Noruega. Os peixes formaram um tapete extenso sobre a praia. No entanto, algo ainda mais bizarro aconteceu. Os peixes desapareceram antes que a contagem pudesse ser realizada, ninguém sabe explicar o que causou a morte de milhares de peixes e nem o que aconteceu com eles depois.

Chuva de esferas gelatinosas

Também em 2012, só que dessa vez na Inglaterra, algo muito estranho ocorreu. Uma chuva de granizo, rápida, não tinha apenas granizo. Algumas esferas de cor azul e toque gelatinoso também foram encontradas. Elas não tinham cheiro e nem eram pegajosas, mas não se sabe o que eram.

Pássaros mortos

Moradores do Arkansas – EUA, foram surpreendidos também em 2012 com uma chuva de pássaros mortos. Mais de 5 mil pássaros foram encontrados sem vida no dia primeiro de janeiro e essa não foi a primeira vez que isso ocorreu. Algumas pessoas atribuíram as mortes aos fogos da noite de ano novo, mas nada foi confirmado.

Luzes vermelhas

Dessa vez um fato de 2014. Dois pilotos russos avistaram um show de luzes avermelhadas, durante seu voo comercial, próximo a Kamchatka-Rússia. O mais estranho é que, no momento do ocorrido, nenhuma tempestade ou fenômeno natural foi registrado, nem mesmo alguma erupção.

Zumbido de Taos

Na cidade de Taos, que fica no Novo México – EUA, os moradores costumam ouvir um estranho zumbido. Eles não conseguem identificar de onde ele vem, mas é similar ao som de carros. No entanto, não existe nenhuma rodovia nas proximidades. A coisa fica ainda mais estranha. Os vizinhos do local também costumam ouvir o zumbido, no entanto, os visitantes da cidade não escutam nada.

Sem fome ou sede

O menino Landon Jones, tinha apenas 12 anos, quando acordou se sentindo muito mal. Uma radiografia mostrou que ele tinha uma infecção bacteriana no pulmão. Felizmente, ele foi tratado a tempo e logo se curou. No entanto, desde o ocorrido, Landon parou de sentir fome ou sede e começou a perder peso. Nada de errado está de fato ocorrendo, ele consegue sentir o gosto e o cheiro das coisas normalmente. Só que seus pais precisam constantemente lembrá-lo de comer.