Suposta “passagem para o submundo” foi encontrada em pirâmide no México

A Pirâmide da Lua ou Meztli Itzácual é a segunda maior pirâmide da região do México. Em tamanho, ela só perde para a Pirâmide do Sol. Ambas as pirâmides estão localizadas em Teotihuacán, na Cidade do México. A estrutura foi construída no ano 150 antes de Cristo. No passado foi um espaço sagrado para seu povo fundante, local onde provavelmente ocorriam rituais e sacrifícios. Por este motivo, especula-se que pode tratar-se de uma passagem para o submundo.

Durante anos a pirâmide escondeu um segredo, um túnel escondido que leva a uma câmara. O local foi descoberto graças a uma espécie de radiografia realizada no local. Por ser uma estrutura milenar não é permitido nenhum tipo de escavação ou qualquer atividade que interfira na estrutura da pirâmide.

Estudo em busca da câmara

A Universidade Nacional Autônoma do México, junto do Instituto Nacional de Antropologia e História do México (INAH), iniciou os estudos na pirâmide. Uma tomografia realizada por capacitação elétrica mostrou o que parece ser uma câmara subterrânea. O espaço tem cerca 15 metros de diâmetro e está no centro da pirâmide.

Por conta da estrutura de labirintos no interior da pirâmide, os estudiosos acreditam que a câmara era usada para rituais. Possivelmente aqueles que envolviam a crença de vida após a morte. Além disso, artefatos encontrados no passado também reforçam essa teoria.

Artefatos já encontrados

Na década de 1980, os arqueólogos Rubén Cabrera e Saburo Sugiyama encontraram durante a exploração do local esqueletos deformados e diversos objetos feitos com pedras verdes. Os pesquisadores acreditam que esses objetos podem fazer parte de rituais comuns dos antepassados daquele local. Supõem que na câmara descoberta devem haver mais artefatos similares a estes.

Os pesquisadores continuam a estudar uma forma de entrar no local e ter acesso a câmara, sem danificar a estrutura da pirâmide. Já na primeira radiografia uma possível entrada foi encontrada. No entanto, os responsáveis pretendem realizar um estudo mais completo para encontrar o local específico e dessa forma poder explorar o local por dentro.

Você sabia que a matéria possui 5 outros estados?

Desde o ensino fundamental fomos apresentados aos estados da matéria: sólido, líquido e gasoso. Essa era a resposta que todo mundo acertava. Aprendemos isso mais especificamente com a água, que é facilmente encontrada e visível nesses três estados. É fácil de explicar e de mostrar aos alunos. No entanto, esses são apenas os três estados básicos da matéria e é agora que vem a surpresa: há no mínimo outros 5 estados possíveis. Essas que conhecemos são parte do nosso dia a dia e são as com que temos “contato” frequentemente, porém há outras formas. Quando a matéria é exposta à situações extremas ou quando é manipulada em laboratório, muitas são as mudanças que podem ser causadas em suas moléculas.

Plasma

O plasma é o estado mais abundante em nosso universo, apesar de você não estar familiarizado com ele. A forma do plasma é alcançado quando a água se decompõe, sua forma molecular H2O deixa de existir. O plasma é um gás ionizado quente, presente nas estrelas, nos buracos negros e na atmosfera terrestre.

Sólido amorfo

O vidro é um exemplo dessa matéria. Nesse formato, as moléculas não estão tão organizadas quanto no estado líquido.

Cristal líquido

Você pode não ver, mas provavelmente está interagindo com essa matéria agora mesmo. O cristal líquido está presente nos monitores de computadores e também nas telas de celular. Sua matéria está entre a solidez do cristal e o fluxo líquido. São partículas bem alinhadas que fluem com facilidade.

Condensado de Bose-Einstein

Este é um estado da matéria quando exposta à situações extremas. O condensado de Bose-Eistein ocorre quando os átomos são resfriados perto do zero absoluto, quando isso acontece os átomos individuais formam um único objeto. Alguns acreditam que essas formações são na verdade estrelas invisíveis, que confundimos com buracos negros.

Plasma de quarks e glúons

Esse estado é definido como um fluído quase perfeito. Nesse estado da matéria, ela é milhares de vezes mais quente que o próprio sol.

7 vezes em que tentaram transformar seres humanos em armas suicidas

Muitos conceitos sobre terrorismo – e terroristas – foram disseminados após o ataque de 11 de setembro, em 2001, nos Estados Unidos. O que mais chama a atenção, e amedronta, são os homens-bomba. Apesar dessa dinâmica parecer ser exclusiva do século 21, terroristas suicidas surgiram há muito tempo atrás, entre os séculos 14 e 16. Conhecidos como bashi-bazouks, eles eram soldados do exército turco-otomano e sua função era se precipitar para as linhas inimigas para atacar rapidamente, mesmo lhe custando a vida. Após isso, houve várias versões para esse mesmo papel. Anarquistas da Rússia czarista, os camicazes japoneses durante a Segunda Guerra e os guerrilheiros vietnamitas na segunda metade do século 20.

Transformar homens em armas mostra que existem muitos soldados que estão dispostos a dar suas próprias vidas em nome de uma causa, ideia ou reglião. Ao longo do tempo, várias ideias loucas desse mesmo gênero foram sendo desenvolvidas. Colocar homens dentro de mísseis – ou transformá-los em armas – foi uma das principais táticas explorados na história das guerras humanas. Por isso, trouxemos algumas amostras para que você possa ficar ligado. Listamos 7 vezes que tentaram transformar humanos em armas suicidas.

Kaiten

O Kaiten era um míssil submarino usado pela Marinha Imperial Japonesa na Segunda Guerra Mundial. O diferencial dele era o fato de ser tripulado por um soldado suicida, que guiaria o torpedo até o navio inimigo, morrendo junto com ele. A arma tinha dois problemas principais. O primeiro, era o seu alto custo humano. O segundo, sua incapacidade de mergulhar em águas profundas, tornando-se vulnerável a ataques inimigos antes de atingir o seu alvo. O Japãosuspendeu o uso da arma uma semana antes de se render.

Atentado a bomba

Hoje conhecemos os homens-bomba dos vários grupos terroristas que, antes de explodirem a si mesmos, passam por uma lavagem cerebral. Já o Exército Republicano Irlandês (IRA), durante seu conflito separatista com o Reino Unido, também usou da tática de homens e bombas, porém, sem a manipulação mental. Eles selecionavam vítimas aleatórias, ameaçavam-nas, colocando várias bombas no carro, e as faziam atingir algum alvo. Na maioria das vezes, a pessoa não tinha tempo para pular fora do carro antes que ele explodisse.

Yokosuka MXY-7 Ohka

O Yokosuka MXY-7 Ohka foi um dos aviões camicazes do Japão Imperial. Usado durante a Segunda Guerra Mundial, ele era movido a foguete, tornando-o incomum entre seus pares. Por exemplo, os aviões dos aliados eram movidos a hélice e motor, como normalmente acontece. Os Yokosuka MXY-7 Ohka funcionavam assim: quando um ataque aéreo inimigo fosse detectado, os pilotos do Yokosuka MXY-7 Ohka acionariam os foguetes e iriam em direção ao avião inimigo. A colisão levaria a destruição do inimigo – e do piloto suicida também. Porém, a arma não se mostrou eficaz, levando-a a uma rápida extinção.

Bomber-Missile

O Bomber-Missile foi desenvolvido pelos Estados Unidos durante a Guerra Fria, com a intenção de ser uma arma contra a União Soviética.  O míssil foi dividido em dois compartimentos, com três soldados. Dois homens ocupariam o compartimento traseiro e seriam responsáveis pelo lançamento do míssil na base. O compartimento traseiro se soltaria no ar e retornaria à base, enquanto o terceiro soldado apontaria o míssil em direção ao alvo antes de sair, e voltaria para pilotar o avião manualmente. Essa ideia, porém, parece ridícula, já que o piloto provavelmente teria permanecido no alcance da ogiva nuclear de 18 quilos, e morreria junto ao alvo.

Fukuryu

A Segunda Guerra Mundial teve a sua própria versão de homens-bomba. Soldados japoneses, para ser mais exato os mergulhadores, se armavam de varas de bambu com cerca de 15 quilos de explosivos anexados. Eles mergulhavam até o porto inimigo, prendiam o bambu nos navios, e explodiam. A explosão tanto danificava, ou afundava, o navio quanto matava os próprios mergulhadores que executavam o plano.

Shinyo

A essa altura do campeonato, já podemos combinar que os japoneses estavam realmente dispostos a derrotar o inimigo, não é mesmo? Eles usaram alguns barcos que foram outra arma suicida implantada por eles. Eram torpedeiros modificados contendo explosivos mortais. Dois tipos de barcos brilhantes foram desenvolvidos. O primeiro, foi lançado em navios inimigos, matando o piloto e causando grandes danos ao navio. Já o segundo, havia sido projetado para que o piloto não morresse no ataque.

Marder

O Marder foi um submarino construído pelos nazistas. O submarinos carregava um torpedo, que o piloto disparava antes de fugir da área. Apesar de não ter sido pensado para ser suicida, fugir depois de disparar o torpedo era quase impossível. Um erro no projeto. Apesar de ter sido usado com sucesso contra os navios aliados, ele foi listado como uma arma mal sucedida, já que um terço dos pilotos morreram durante as missões.

Este homem matou 13 pessoas para tentar evitar um desastre natural

Hebert Mullin morava na Califórnia em 1972, e ele achava que um grande terremoto aconteceria perto da sua casa. Mas para evitar isso, ele tinha uma solução terrível. Ele era esquizofrênico e as vozes de sua cabeça o avisaram sobre o terremoto. Hebert achava que ele podia impedi-lo se matasse várias pessoas.

No fim de 1972 e começo de 1973, ele assassinou 13 pessoas deixando sua região em pânico e deixando sua reputação como o assassino do terremoto.

Vida

Hebert nasceu em 18 de abril de 1947 em Salinas, na Califórnia. Em sua formatura do ensino médio, ele foi nomeado como a pessoa com maior probabilidade de ter sucesso. Mas depois do seu ensino médio, seu melhor amigo foi morto, o que segundo alguns especialistas pode ter desencadeado a esquizofrenia do homem.

Aos 19 anos ele experimentou LSD e cannabis pela primeira vez, e rapidamente se tornou um usuário virtual. O uso de drogas, supostamente, piorou os sintomas da doença e quando ele tinha 21 anos, a família notou os sinais de esquizofrenia. Ele tentou se tratar, mas saiu do hospital depois de seis semanas.

Ele passou por vários hospitais e quando seu prognóstico passou de fraco para ruim, ele começou a dizer aos seus colegas que estava ouvindo vozes.

Terremoto

O aniversário de Hebert era no mesmo dia que o terremoto de São Francisco aconteceu em 1906. E sua esquizofrenia piorou quando ele começou a ter pensamentos bizarros relacionados a esse dia. Em 1972, um matemático previu que em 4 de janeiro de 1973, um terremoto devastador iria para Califórnia. Então as vozes de Mullin ligaram seu aniversário aos terremotos e o sacrifício humano era o jeito de evitá-lo.

Hebert explicou que: “Nós, seres humanos, através da história do mundo, protegemos nossos continentes de terremotos cataclísmicos por assassinato. Em outras palavras, um pequeno desastre natural evita um grande desastre natural”.

Assassinatos

Em 13 de outubro de 1972, Hebert começou sua matança matando um homem que passava chamado Lawrence White. Hebert disse mais tarde que ele acreditava que White era Jonas da Bíblia, e disse que Jonas havia telepaticamente pedido a Hebert para matá-lo para que os outros fossem salvos.

Sua segunda foi no dia 24 de outubro, o terceiro em 2 de novembro e em 25 de janeiro de 1973, ele matou cinco pessoas em um dia. Nenhum terremoto tinha chegado, o que o deu mais segurança que eram seus crimes que estavam evitando. E no dia 6 de fevereiro ele foi a um acampamento e matou quatro adolescentes de uma vez.

Tribunal

Ele foi preso depois do seu 13º e último assassinato no dia 13 de fevereiro, depois de atirar e matar um homem em seu jardim em plena luz do dia. O vizinho do homem anotou a placa de Hebert e chamou a polícia.

Ele foi julgado por 10 dos 13 assassinatos e se declarou culpado de todos os 10. No julgamento, Hebert falou das vozes que ouvia e lhe diziam para matar. Ele foi condenado à prisão perpétua e permanece na Prisão Estadual de Mule Creek.

7 tecnologias que você provavelmente não conhece

A tecnologia trouxe muitos avanços e melhorias para nossa vida. O advento dela, possibilitou que hoje você pudesse me ler, estando em praticamente qualquer lugar do mundo. No entanto, as invenções tecnológicas vão muito além do computador ou da internet. As tecnologias têm avançado e propiciado grandes coisas a todo momento. Isso tem acontecido em uma rapidez tão grande que, provavelmente, há inúmeras novidades que você ainda não conhece. Ou nem sequer imagina que são possíveis de existir.

Bateria Atômica

Também conhecido como bateria nuclear, esse dispositivo é utilizado para gerar eletricidade por um longo período de tempo. Equipamentos como espaçonaves, estações científicas em locais remotos e marcapassos precisam desse tipo de bateria para garantir o bom funcionamento.

Exoesqueleto motorizado

Este exoesqueleto vestível não só facilita a locomoção, como também ajuda no levantamento de peso. O primeiro traje do tipo foi desenvolvido em 1960 e desde então foi sendo melhorado e atualizado. Os exoesqueletos atuais incluem braços e pernas. Alguns deles são disponibilizados em hospitais japoneses para pessoas paraplégicas.

Lâmpada alimentada pela gravidade

Isso vai muito além da energia solar. Essa lâmpada funciona com peso de um saco de areias ou de pedra. A tecnologia é recente, a lâmpada foi desenvolvida em 2006, por Clay Moulton e Mike Wofsey. A queda lenta do peso faz com que as marchas acionem o gerador elétrico e acione a lâmpada por 25 minutos. Para que elas acendam novamente, basta erguer o peso e pronto. A iniciativa pode ser uma excelente alternativa para substituir as lâmpadas normais e aquelas de querosene usadas em países pobres.

Concreto translúcido

Este é um tipo de concreto inteligente ajuda a luz a atravessar um lado para o outro. Nesse caso, a luz exterior consegue alcançar o interior do local, por conta do concreto. O material é feito com fibras óticas que permitem que a luz atravesse o concreto e ilumine a região interna. Pouco mais da metade da luz externa é aproveitada do outro lado.

Li-Fi

Não, não se tratar de um erro de digitação, essa é uma tecnologia de transmissão sem fio, que utiliza a luz de LED para transferir dados em alta velocidade. A tecnologia é muito mais veloz que o das ondas de rádio e acredita-se que não tenha limites, ao contrário do wi-fi que já atingiu sua capacidade total. No entanto, ainda é uma tecnologia de pouco alcance e pouco confiável e tem sido estudada mais profundamente.

Micro helicóptero espião

Não, isso não é um drone. Parece, mas não, ele é muito menor que um drone. O equipamento é utilizado para operações secretas e de espionagem. A primeira tecnologia do tipo foi desenvolvida em 2008, na Universidade TU Delft da Holanda. O primeiro equipamento media 10 centímetros e pesava apenas 3 gramas. Desde então o equipamento tem se tornado ainda menor e mais tecnológico. Versões dele já foram utilizadas pelos EUA para procurar bombas e no Japão a tecnologia foi utilizada na Usina Nuclear de Fukushima, para realizar leituras radioativas.

Impressão 4D

A tecnologia de impressão 3D foi um grande avanço na impressão de objetos em três dimensões. No entanto, isso já foi superado pela impressão em 4D que é capaz de mudar de estado ou forma de acordo com temperatura ou com a transferência de energia cinética.

Conheça o país repleto de ouro onde as pessoas até podem comer o metal!

Myanmar ou Birmânia, oficialmente República da União de Myanmar, é um país do sul da Ásia continental. Localizado entre a Índia, Bangladesh, Tailândia, Laos e China, todos esses países consideram Myanmar como a “terra do ouro”. Por quê? Muitos lugares são completamente repletos de ouro, tanto ruas, prédios e até mesmo as pessoas.

Uma das cidades de Myanmar, Mandalay, existem cerca de 700 templos construídos com ouro. Em volta da cidade de Bagan existem mais de 2 mil templos, muitos deles em ruínas. Entre o décimo primeiro e o décimo segundo século, acredita-se que o país tivesse mais de 10 mil templos, muitos deles repletos do metal.

Myanmar, um país repleto de ouro

Um país sem religião oficial, mas que acredita-se ter cerca de 90% da população budista. O ouro, um metal precioso, para os nativos de Myanmar é sagrado pelo fato de representar o Sol e estar associado ao conhecimento e à iluminação.

O ouro é muito abundante por lá e não está presente apenas nos templos. O metal sagrado pode ser encontrado em remédios de medicina tradicional, cremes para o rosto, bebidas e, acreditem vocês ou não, até em comidas. Por alguma razão, o ouro é adicionado ao arroz com feijão cozido no vapor, bem como licores.

Mas não pensem que só porque lá tem ouro é que é um verdadeiro paraíso. Na verdade, o país tem vários problemas que giram em torno do ouro. Só para vocês terem uma ideia, 98% das joias vendidas em Rangoon, a maior cidade do país, são feitas por máquinas. Isso faz com que muitos trabalhadores vivam na miséria por perderem o trabalho para as máquinas. Por outro lado, a indústria de mineração de ouro está contaminando consideravelmente o meio ambiente.

Até tempos atrás, o ouro não podia ser exportado, mesmo que houvesse um mercado ilegal. Mas o governo resolveu discutir tal lei, que impedia a exportação do ouro com o objetivo de fazer com que tal mercado voltasse a flutuar e as famílias tivessem melhores condições de vida.

Myanmar viveu muitas décadas isolado do resto do mundo por causa de um regime militar. Hoje, o país está recebendo turistas novamente. E você, ficou com vontade de conhecer a “terra do ouro”?

Conheça a cidade que dá cerveja e sorvete de graça para quem usa bicicletas e transporte público

Já imaginou andar de ônibus ou de bicicleta, contribuir para o bem do planeta e ainda ganhar brindes por isso? Bom, pois saiba que isso é possível em Bolonha, uma cidade da Itália. A iniciativa é uma forma de diminuir a emissão de CO2, um dos principais poluentes produzidos pelo homem e também, o maior causador do aquecimento global.

A iniciativa premia aqueles que andam de bicicleta ou que usam o transporte público local. A presença massiva dos carros é uma das fontes de CO2 e por isso, estão tentando estimular os meios de transportes alternativos e não poluentes.

Sistema de recompensa

O sistema de recompensas acontece por meio de um aplicativo, aonde os moradores registram suas viagens. Podem ser registradas até 4 trajetos por vez. O app premia aqueles que são assíduos, não em sua quilometragem. Para aqueles que pensam que é fácil burlar o sistema, estão muito enganados. O app consegue rastrear a velocidade e o tempo da viagem, para saber se o trajeto realmente cumpre as exigências do sistema de recompensas.

Não apenas sorvetes e cervejas são dados como recompensa, mas também ingressos para o cinema e outros produtos locais. Para que o app funcionasse foi preciso que todos se engajassem, tanto a população, quanto os comerciantes que ofereciam os brindes.

O aplicativo funciona apenas durante seis meses do ano. Ao fim de cada viagem, ele avisa ao usuário quanto CO2 não foi emitido graças à utilização do meio de transporte mais limpo.

Resultados do aplicativo

A ideia fez muito sucesso na cidade e literalmente movimentou o cenário ciclístico. No último ano, em 2017, foram registrados 3,7 milhões de quilômetros rodados. Cerca de 16 mil cupons foram trocados nesse período. São necessárias cerca de oito viagens para conseguir o cupom de um sorvete.

Além de ser uma ótima iniciativa para o meio ambiente e para reter o aquecimento global. Essa também é uma forma de melhorar a saúde da população, que pratica mais atividades físicas, o que consequentemente influencia em uma vida saudável.

Você sabia que ter dificuldade em levantar da cama pode ser sinal de doença?

O mundo inteiro deve ter certa dificuldade de levantar da cama quando o relógio desperta pela manhã.  É lógico que estou generalizando, até porque conheço pessoas que acordam todos os dias – até nos domingos, sem exceção – às 6 horas da manhã. Digamos que quase todo mundo apela para a opção soneca no despertador ou para a famosa frase “só mais cinco minutinhos”. Mas vamos combinar que aquele clima agradável, o soninho que ainda paira por ali e os cobertores quentinhos não ajudam na hora de se livrar da cama para começar um novo dia.

Apesar de ter certeza que muita gente vai associar esse hábito à preguiça, pode ser que, na verdade, seja algo bem mais grave do que isso. Esse hábito, na verdade, pode ser um transtorno chamado Dysania. O termo é usado para descrever a incapacidade crônica de uma pessoa se levantar da cama. Muito difícil de identificar, ela tem implicações muito mais sérias do que o simples fato de estar se passando por uma crise de “preguicite” aguda.

A Dysania

Também chamada de clinomania, a condição não é reconhecida oficialmente, apesar de ser considerada muito real por quem passa por ela. Ela, na maioria dos casos relatados, aparece acompanhada de outros transtornos mentais, como a depressão e a ansiedade.

As pessoas que sofrem dessa síndrome não são preguiçosas ou querem viver apenas na cama, acontece que elas têm uma atração muito forte pela cama e em ficar deitado. Como se aquilo fosse realmente um vício. Muitas vezes esse transtorno também vem associado com outras doenças do sono. Ele também normalmente é encontrado em pessoas que possuem transtorno de fadiga crônica.

Como saber se tem e como tratar

Se o desejo de estar deitado e sempre prolongar a soneca é tão comum, como fazer para saber se você possui a doença? Simplesmente pelo fato de o transtorno afetar a rotina da pessoa profundamente. O desejo de ficar na cama é tão forte para essas pessoas, que elas podem chegar a passar dias seguidos nela, faltando compromissos sério como o trabalho. E quando elas se levantam para seguir suas vidas normalmente, veem muita dificuldade de realizar essa tarefa. Pense em três palavras que você pode associar com “manhãs”. Se foram palavras como depressão, estresse e sentimento de ser esmagado, provavelmente você pode possuir a doença.

Se você acha que possui Dysania, você precisa procurar um médico imediatamente. Além de conselhos de como lidar com isso, pode ser que você precise tomar medicação.

7 “tesouros” naturais que podem valer uma fortuna

Encontrar tesouros por aí, ainda mais eles valendo alguns milhões, não é algo que acontece todos os dias. Certo? Sem falar em como podemos interferir em todo um ecossistema apenas para conseguir alguns milhares de trocados que torne o resto de nossas vidas mais confortável e até mesmo luxuoso. Entretanto, lá fora, no mundo, parece ter algumas pessoas que não se preocupam exatamente com isso. E dessa forma, o mercado ilegal de certos “produtos” tem crescido.

Atum-rabilho

Em 2013, Kiyoshi Kimura, dono de um restaurante japonês comprou um exemplar da espécie pesando 222 quilos por cerca de 155,4 milhões de ienes (cerca de 1,8 milhão de dólares na época). Em 2017, o mesmo comprador, pagou 74,2 milhões de ienes (650 mil dólares) por um outro com cerca de 212 quilos. Este peixe é muito consumido pelos japoneses.

Mas só depois que os Estados Unidos, em meados da década de 1970, passou a ter interesse pelo peixe é que o Japão despertou todo o seu amor pelo atum-rabilho. Hoje em dia, o atum-rabilho não é tão fácil de ser pescado, uma vez que cerca 97% da espécie já desapareceu dos oceanos.

Enguias

Após uma devastação das “fazendas” de enguias no Japão por causa de um Tsunami em 2012, o preço das enguias pulou para cerca de 2600 dólares por libra-peso. Um casal teria ganhado cerca de 300 mil dólares em vendas do produto naquele ano. A partir de 2017, o valor por libra ficou em 1300 dólares.

As enguias valem muito no mercado negro. No Reino Unido, por exemplo, é possível fazer a compra por cerca de 96 dólares por libra, com certos limites para a compra. As vendas ilícitas para a Ásia podem render cerca de 2500 dólares por libra, desde que os peixes estejam vivos.

Abalones

O abalone é uma espécie de caracol marinho e uma dos produtos marinhos que mais geram lucro no mundo. Principalmente, no mercado das importações ilegais. A mercadoria é tão valiosa que organizações criminosas trocam o produto por drogas de alto valor, como a metanfetamina. Nos EUA, a pesca do abalone é extremamente controlada.

O abalone vermelho da América do Norte é o mais valioso de todos. Estima-se que cerca de 250 mil unidades sejam capturados apenas na Califórnia todos os anos, podendo gerar uma renda de cerca de 25 milhões de dólares no mercado negro.

Trufa branca

Uma trufa branca de 4,5 quilos foi vendida por 61,2 mil dólares em 2016. Essa, aparentemente, era a maior do mundo. Mas, não necessariamente a mais cara. O preço das trufas pode variar conforme a estação e a colheita. Em 2007, uma trufa de cerca de 1,5 kg foi arrematada por 330 mil dólares. E devido aos preços altos, elas têm um lugar muito cobiçado no mercado ilegal.

Âmbar Cinza

O Âmbar Cinza é uma substância excretada pelas baleias. O cheiro não é dos melhores. Entretanto, a substância é muito procurada por fabricantes de fragrâncias devido a suas propriedades fixadoras. Apesar de estar sendo gradualmente substituído por um material sintético, o âmbar cinza ainda é muito procurado, o que tem feito com que seu preço se eleve cada vez mais.

Em 2015, um pedaço de secreção de baleia, conhecido como âmbar cinza, foi encontrado no País de Gales e vendido por cerca de 16,5 mil dólares. Um casal na Inglaterra conseguiu vender um outro pedaço do material por cerca de 70 mil dólares, em 2016. Um músico recentemente, que caminhava por uma praia no sudoeste da Inglaterra, encontrou uma peça que foi avaliada em cerca de 280 mil dólares.

Meteoritos

Para alguns um verdadeiro espanto, para outros, um negócio ultra lucrativo, no qual eles dedicam sua vida. Michael Farmer é um caçador de meteoritos, que viaja o mundo atrás das rochas espaciais. Uma vez, Farmer vendeu um meteorito de cerca de 54 kg por 600 mil dólares. E, assim como a grande maioria dos itens nessa lista, o mercado negro também está de olho nesse “produto”.

Em 2011, Michael foi sequestrado e quase morto por ladrões quenianos. Ele também passou uma temporada preso em Omã, depois de ser acusado de mineração ilegal. Não é difícil entender porque esse item é tão valioso, afinal, alguns deles podem ser mais antigos do que a Terra.

Diamantes

Um visitante no Parque Estadual Crater of Diamonds, no Arkansas, EUA, que é um local onde os visitantes são encorajados a procurar diamantes, em 2015, encontrou um diamante de 8,52 quilates. A pedra preciosa foi vendida por cerca de 1 milhão de dólares. Em Serra Leoa, em 2017, um homem encontrou um diamante de 706 quilates e que foi vendido por 6,5 milhões em um leilão. Entretanto, como o homem não tinha sua licença de mineração em vigor, apenas 40% dos lucros foi obtido por ele.